IPG ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DA COOPERAÇÃO ENTRE PAÍSES NO COMBATE AO CIBERCRIME

IPG ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DA COOPERAÇÃO ENTRE PAÍSES NO COMBATE AO CIBERCRIME

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) irá realizar, amanhã, a terceira edição da Conferência Internacional de Cibersegurança.

Nesta terceira edição irá reunir especialistas da área de Informática e da Cibersegurança, para discutir as estratégias de prevenção e a importância da coordenação internacional no combate ao crime informático.

“A cooperação entre países e o trabalho em rede entre os gabinetes de segurança informática das empresas e organizações é fundamental para antecipar e evitar o cibercrime”, afirma Pedro Pinto, responsável pela cibersegurança do IPG.

Joaquim Brigas, presidente do instituto afirma que “a garantia de redes seguras e sistemas mais resilientes passa pela partilha de conhecimento entre as organizações, mas sobretudo pela capacitação de quadros especializados e atualizados”.

 Acrescenta ainda que “a área da cibersegurança é uma prioridade para o IPG. Recentemente estabelecemos uma parceria com a multinacional americana Fortinet, que prevê a instalação da sua academia no IPG e a formação de especialistas em cibersegurança”.  

O Politécnico da Guarda tem apostado na área da segurança informática, nomeadamente através de congressos, workshops e formações especializadas, tendo sido a primeira instituição de ensino superior do país a lançar um curso em Cibersegurança.

A importância da cooperação internacional no combate ao cibercrime, os quatro anos da aplicação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, a evolução da tecnologia quântica na cibersegurança e a importância da cibergurança nas cadeias de distribuição serão alguns dos temas em debate na conferência.

A conferência terá lugar no Auditório dos Serviços Centrais do Politécnico da Guarda e contará com a participação do contra-almirante António Gameiro Marques, do Gabinete Nacional de Segurança, Jesús Martínez Martínez, da Universidade de Múrcia (Espanha), João Ferreira Pinto, encarregado da Proteção de Dados no Supremo Tribunal de Justiça, António Rio Costa, do Centro Nacional de Cibersegurança, e Victor Lobo, da Escola Universitária Militar da Universidade Nova de Lisboa, entre outros.

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